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A relação entre a graça de Deus e nossas ofertas financeiras.

Igreja Viva | publicado há 1 mês

A graça é algo que está além das nossas virtudes, é algo que eu não podemos conquistar por maiores que sejam os nossos esforços. E por isso muitas vezes ao refletirmos a respeito da ação da graça, nos vem à mente apenas a idéia das benesses de Deus para conosco.

Nossa sociedade é a sociedade do analgésico, do fast food, da agilidade nas soluções e da fuga das dificuldades. Com isso é fácil encontrar a raiz desse entendimento raso e egoísta que por vezes cultivamos, não é mesmo?

Contudo hoje somos convidados a refletir três em pontos, a respeito da resposta de generosidade que a graça de Deus produz em nós, tendo o dízimo como ferramenta.

1-A graça da salvação e nosso crescimento:

A maior extensão da graça da qual podemos desfrutar é a salvação oferecida a nós por Jesus Cristo. É a partir dela que recebemos todas as benevolências necessárias para a caminhada em direção ao Pai e o encargo daquilo que Ele sonhou para nós neste mundo.

Por isso, quem se rendeu à graça salvadora de Nosso Senhor, passa pela vida de maneira diferente, porque está sendo transformado por tudo que recebe do Senhor. Isso acontece pois o maior desejo de Deus é que o conheçamos e ao conhecê-lo, sejamos transformados progressivamente a Sua imagem.

Tendo isso em vista, o Senhor diariamente permite que acessemos oportunidades de responder ao seu amor e crescer a partir do que Ele produz em nós.

2- A partir da graça nasce a generosidade:

Se nos permitimos ser transformados à imagem de Cristo à medida que vivemos a graça da generosidade de Deus, iremos naturalmente nos tornar mais generosos a medida que alcançamos maior maturidade na fé.

Mas para isso, antes de tudo precisamos compreender que o discípulo de Jesus não é proprietário e senhor de si mesmo, sua vida é um depósito entregue a Deus, para ser usada para glória Dele.

Ou seja, o objetivo final de nossa contribuição é exaltar o nome do Senhor através daquilo que Ele próprio nos concedeu. E o ideal da contribuição é antes de tudo dedicar ao Senhor nossa vida por inteiro, pois sem a consagração total daquilo que somos e podemos produzir nossa generosidade se torna infrutífera e infundada.

Contudo Paulo nos alerta para que não permitamos que dons empregados ao serviços de Deus se tornem desculpa para negligenciar nossa contribuição.

Todavia, assim como vocês se destacam em tudo: na fé, na palavra, no conhecimento, na dedicação completa e no amor que vocês têm por nós, destaquem-se também neste privilégio de contribuir. 2 Coríntios 8:6-9

3-O prazer de contribuir:

A oferta que vem do fruto da generosidade não pode ser dada por impulso, medo, obrigatoriedade ou de forma pragmática. E é preciso que estendamos a ela um olhar espiritual, de quem se alegra em prestar culto a Deus com tudo que possui.

Por fim, não se pode deixar de ressaltar que o dízimo não é barganha com o Senhor, nem um tipo de pagamento ao que Ele realiza em nós ou mesmo uma ferramenta de autopromoção. Mas sim o transbordar de Sua graça através de nossas vidas firmadas na dedicação ativa ao que cremos.

Se você tem dificuldades em servir ao Pai com suas finanças entregue-as em oração e o próprio Espírito Santo conduzirá seu coração a um lugar de entendimento sobre a graça de ofertar.

Confira as fotos dos cultos aqui!

As pregações a respeito do tema estão disponíveis logo abaixo. Compartilhe com sua família e amigos para que o Reino de Deus alcance novos lares!


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